O Device Intelligence do cside usa o mesmo motor de cliente do seu produto de segurança e captura uma base de mais de 250 sinais de navegador, dispositivo e rede por sessão para construir um identificador de dispositivo que preserva a privacidade, sem cookies. Isso permite que as fintechs detectem os sinais de fraude do lado do navegador: máquinas virtuais, emuladores, navegadores headless, uso de VPN e proxies residenciais, falsificação de dispositivos e dispositivos repetidos ou vinculados por trás de abertura de contas, teste de cartões e abuso de chargeback. Como observa a sessão ao vivo em vez de depender de feeds de ameaças estáticos, ele revela a atividade automatizada e de agentes de IA que as ferramentas tradicionais não percebem, e sinaliza sessões de alto risco em tempo real. Ele complementa, e não substitui, a sua stack de fraude existente e o seu WAF.
O que é device intelligence e como ela previne fraudes?
Device intelligence analisa os sinais de navegador, dispositivo e rede de cada visitante para reconhecer o dispositivo por trás de uma sessão e avaliar o quão arriscado ele é.
Por que as regras de fraude baseadas em IP falham contra VPNs e proxies?
Um IP é trivial de rotacionar. O cside olha além do IP, para o próprio dispositivo, detectando o uso de VPN e proxy residencial enquanto ainda reconhece o dispositivo.
Quais sinais tornam uma impressão digital de dispositivo estável entre sessões?
A estabilidade vem da combinação de muitos sinais independentes e de mudança lenta. O cside pondera mais de 250 atributos para que o identificador sobreviva à limpeza de cookies e ao modo anônimo.
Quais ferramentas de fingerprinting de dispositivos funcionam através do modo anônimo e de cookies apagados?
As ferramentas que sobrevivem a cookies apagados fazem a impressão digital do dispositivo, não de um ID armazenado. O cside é sem cookies e reconhece dispositivos que retornam através do modo anônimo e de mudanças de IP.