WAFs não realizam análise de conteúdo de arquivos JavaScript, e especialmente se o payload malicioso origina de uma URL de terceiros, o WAF não estaria no fluxo da requisição. Eles apenas validam que a própria requisição HTTP para o servidor web parece legítima. Quando um script de terceiros é atualizado com código malicioso, seu WAF o trata da mesma forma que qualquer outra atualização daquele domínio confiável. WAFs não têm a capacidade de fazer hash, analisar ou comparar versões de scripts para detectar quando código legítimo se torna comprometido, que é exatamente como ataques de cadeia de suprimentos como o Polyfill têm sucesso.
cside pode funcionar junto com meu WAF existente sem conflitos?
Monitoramos uma dimensão completamente diferente da stack de aplicações; portanto, não há interferência.
Como cside resolve o ponto cego client-side que WAFs não conseguem resolver?
A cside analisa cada script de terceiros do nosso lado antes de ser executado, facilitando a interrupção de ataques ao analisar conteúdo JavaScript de forma assíncrona e manter uma lista de hash de scripts maliciosos, impedindo-os de serem carregados novamente.
Por que o ambiente do navegador é invisível ao monitoramento do WAF?
Um WAF (Web Application Firewall) opera no perímetro, analisando tráfego conforme cruza entre redes externas e sua rede interna em direção aos seus servidores web.
Um WAF pode proteger contra ataques de cadeia de suprimentos em bibliotecas JavaScript de terceiros?
WAFs não podem proteger contra ataques de cadeia de suprimentos client-side porque não interceptam a requisição para o endpoint de terceiros e portanto não têm visibilidade sobre os arquivos JavaScript das fontes de terceiros.